Xandy Novaski entrevista o empresário e diretor da Incentivo Brasil, Alexis de Vaulx

ALEXIS DE VAULX - Crédito Divulgação Incentivo Brasil

O empresário ALEXIS DE VAULX chegou ao Brasil nos áureos Anos 80. Na época, com apenas 24 anos, ele pretendia permanecer por um período pequeno, no intuito de fazer turismo e ajudar a irmã em suas 4 lojas da Tok&Stok, que com o tempo se tornaria uma das maiores redes de decoração para casa em toda América do Sul.

A cultura brasileira e, principalmente a carnavalesca, foi moldando seu destino junto ao trabalho como diretor comercial das lojas. Hoje, Alex de Vaulx é proponente de um dos camarotes mais cobiçados na ‘Marquês de Sapucaí’, que em 2020 contou com a presença da Confrérie deu Sabre d’Or com seu embaixador internacional para ‘sabrer’ le champagne!

Conheça a bela trajetória de vida de um dos empresários mais bem sucedidos no mundo carnavalesco!

1 – Quero iniciar apontando a temática do seu ‘Camarote + Brasil’ de 2020, no Rio. Foi recriado um perfeito Cassino de Las Vegas em plena Sapucaí e deu muito que falar. Como foi trazer para o Carnaval um conteúdo instigante, apontando esses ambientes imponentes e tão importantes na economia de diversos países no mundo?

A ideia veio das minhas viagens, tanto a Las Vegas quanto a Macau, e Mônaco, onde eu pude verificar o quanto os cassinos e grandes cidades se desenvolveram economicamente ao redor deles. A ideia também veio através da análise de que no Brasil nós tínhamos cassinos até meados dos anos 40, e de um encontro em São Paulo, no decorrer de um evento de luxo em Alphaville. Nesse evento, eu me deparei com um protótipo de cassino montado. Fiquei intrigado, pois sei que é proibido no Brasil. Havia mesas de roleta e as pessoas se divertindo. O dono, Maurício, me atendeu gentilmente. A empresa era a ‘Casino Experience’. Ele tirou minhas dúvidas, ou seja, era tudo recreativo e lúdico, as pessoas brincando sem envolvimento de dinheiro para atender a legislação brasileira. Então, pensei: é isso que eu preciso pra montar na Sapucaí. Já que a empresa dele monta a estrutura em eventos pelo Brasil, propus montar no Carnaval. Esse conjunto de todas as situações fez com que eu decidisse pelo tema ‘Cassino’. Na Sapucaí, fizemos uma fachada e toda a estrutura interna apontando Las Vegas. Além do cassino havia covers de estrelas internacionais como a Beyoncé, Cher, Madonna, dentre outras que se apresentavam durante os intervalos das Escolas de Samba na pista de dança.

2 – Você está produzindo uma exposição de nome ‘Grande Exposição do Carnaval e Cidade do Rio de Janeiro’, com curadoria do Alexandre Couto. Por que a escolha da cidade de Moulins, na França?

A exposição já deveria ter sido inaugurada no CNCS (Centre National du Costume de Scène), único museu do gênero no mundo, principalmente na Europa. Daí a escolha, porque nesse museu há exposições de grandes óperas já ocorridas. Tem a coleção do bailarino russo Rudolf Nureyev, dentre outras. É um local que poderia sediar uma exposição desse porte e responsabilidade. Estamos levando três carnavais: o da Sapucaí, o de Blocos e os de Bailes da alta sociedade, ambientados em quatorze vitrines, oito mil metros quadrados, com a curadoria do Alexandre Couto. São oitocentos e noventa quilos de fantasias que estarão a caminho, sendo levadas de frete aéreo para a França. Era pra ter sido inaugurada, mas em função do vírus não tem data ainda para acontecer. Estamos aguardando as devidas liberações e a garantia do público. O CNCS já recebeu um milhão de visitantes desde a sua abertura. 

3 – Como se dará estrutura para o envio de cerca de uma tonelada de fantasias para a França?

É um frete aéreo que estamos providenciando e o grande lance desse projeto é que o Brasil, principalmente o Rio de Janeiro, não está desembolsando nada. Tudo é pago pelo Museu e Ministério da Cultura da França. O Museu é sediado em Moulins, cerca de duas horas e meia de trem de Paris. Devido à descentralização da cultura na França nós temos museus importantíssimos em várias cidades do país.

4 – Como ficam os rumos da exposição diante da pandemia de covid-19

Como já mencionei, já era pra ter sido inaugurada. Estamos aguardando nova data. A exposição terá duração de seis meses. As fantasias já devem ser encaminhadas, pois os aeroportos reabriram e o frete aéreo já se tornou possível de novo. Estamos providenciando o envio.

CAMAROTE + BRASIL 2020 - Crédito Divulgação Incentivo Brasil

5 – Você chegou ao Brasil em meados da década de 80 com apenas 24 anos para viajar pelo país, e acabou ficando. Quais eram os sonhos do Alexis naqueles tempos?

Cheguei em 1986 com 24 anos. Fiz um passeio turístico, de mochila nas costas e andando pelo Brasil de ônibus. Naquele momento me surpreendi pelo tamanho. Já sabia que era um país imenso, mas viajando você tem a noção desse gigantismo. E essa riqueza da cultura popular, que eu amo de paixão, festas juninas, Parintins, Carnaval do Rio, Carnaval de Recife, Carnaval de Salvador, eu me apaixonei! Desde que pisei no Brasil, desfilava na ‘Marquês de Sapucaí’. Os meus sonhos na época, com 24 anos, foi de fazer essa viagem e me encantar com as belezas naturais, o povo brasileiro, tão receptivo e gentil, disposto a ajudar. Eu não falava português. Ao chegar a São Paulo, visitando minha irmã que estava no Brasil há seis anos, ela me mostrou que havia aberto quatro lojas de móveis e decoração pra casa, me disse que estava com muito trabalho e me pediu pra ajudar. Pensei em permanecer por seis meses para lhe dar uma mão e esses seis meses se estenderam pra trinta e poucos anos já.

6 – São 30 anos vendo o crescimento da Tok&Stok, na época um pequeno empreendimento e que se tornou a primeira rede de lojas de móveis e decoração da América do Sul, hoje presente em todas as capitais brasileiras. Qual é o segredo de tamanho sucesso?

O segredo foi primeiramente os seus criadores, minha irmã e meu cunhado, que tiveram uma visão absolutamente incrível, pois eles enxergaram um nicho de mercado. No Brasil da época existiam móveis importados, muito caros, e os móveis coloniais, muito pesados. Eles tiveram essa visão inovadora. Era uma mercadoria para se levar na hora, mas com um toque chique, atual, de vanguarda. O design começou a se difundir para ingrained público. Um dos escritórios, mundialmente conhecido, foi a Innovator, que lançou os móveis ‘tubular’, todos de ferro, havia os carrinhos com chapa perfurada, as estantes com cores vibrantes. Um dos grandes sucesso da Tok&Stok foi de lançar produtos novos todos os dias ( até hoje ) muitos deles “design assinado”. Foi também fundamental para alimentar esse sucesso, um sistema de auto informação, etiquetas em todos os produtos com explicação sobre o design assinado, o preço. O próprio consumidor tinha o acesso sozinho. E um circuito que fazia você andar numa loja como se fosse andar na sua casa, passando por vários ambientes recriados, salas de jantar, de estar, entradas de casa, quartos, jardim, etc. E uma empresa jovem. O nosso nicho de RH era entre 18 e 25 anos, pessoas dinâmicas, que queriam crescer e vencer na vida. Tudo isso gerou o sucesso da loja.

7 – Nas festas de final de ano da empresa você produzia pequenas apresentações de Escolas de Samba com temas que envolviam o negócio. Ou seja, lá naquela época você já sentia o que poderia vir pela frente. De onde partiu o fascínio pelo mundo do samba?

Eu desfilei desde o primeiro Carnaval em que estive no Brasil. Desfilava no Rio de Janeiro, escolhia a fantasia. Na época não frequentei camarote, mas desfilava. Mais a frente eu comecei a frequentar alguns camarotes, mas minha grande paixão era desfilar. Via as escolas na concentração, a dificuldade em encontrar sua ala, todo mundo correndo, procurando, e aí quando passava o portão de entrada, havia a ordem impecável, quase militar, as pessoas dando o melhor de si, as arquibancadas hipnotizadas, torcendo, aplaudindo… Tudo isso me marcou profundamente e então pensei em recriar essa motivação na empresa, pois era tudo fantástico. Usei o modelo da Escola de Samba pras festas de final de ano. As equipes das lojas competiam durante a noite da festa de fim de ano, e durante o ano construíam pequenos carros alegóricos e fantasias. Os temas eram ligados à vida da Tok&Stok, como listas de casamento, atendimento ao cliente… Isso deu tão certo que as equipes se motivavam, empolgadas, preparavam com muito amor e dedicação esses pequenos desfiles que a gente, no final do ano, realizava com jurados e havia notas e troféus.

 

 

MARQUÊS DE SAPUCAÍ - Crédito Divulgação Incentivo Brasil

8 – Em 2009 foi considerado o Ano da França no Brasil. Mas antes disso, foi na Tok&Stok que você e o presidente da Grande Rio se conheceram, isso em 2005. Dessa harmonia nasceu o samba-enredo ‘Voilá, Caxias!’, encenado em 2009. Você imaginou que, desse encontro, nasceria algo tão memorável?

Em 2008 houve a promulgação do Ano da França no Brasil em 2009 e, quando eu soube, a primeira coisa que me veio à mente foi “Alexis, você precisa montar um projeto, fazer um desfile da França na ‘Marquês de Sapucaí’! Vai ser uma maneira de você agradecer aos brasileiros.” Eu não queria ver os franceses chegando com sua cultura, pinturas. Eu quis que os brasileiros ilustrassem a França, e através do Carnaval, da cultura popular. Isso tudo começou a borbulhar na minha cabeça. Como eu era diretor da ‘Câmara de Comércio França-Brasil’, procurei o presidente François, grande amigo, e a diretora Márcia Ribeiro. Eles ficaram tão empolgados, me ajudaram tanto que acabamos convencendo umas quinze empresas francesas a reunir o patrocínio necessário do desfile de 2009. Naquele ano, levei para a França umas dez pessoas da Escola Grande Rio, presidente, carnavalescos. Fomos ao Ministério da Cultura, viajamos a Versailles, a Paris, Nice, que tem o maior Carnaval da França. Fomos recebidos pelas autoridades e por onde a gente passava era só empolgação. O projeto já havia sido definido, o Caio Rodrigues, carnavalesco da Escola já tinha assinado a sinopse. Foi o maior patrocínio da história do Carnaval carioca. O dinheiro bancou o desfile e o camarote para alocar os patrocinadores. Foram mais de seiscentas pessoas das empresas dentro do camarote da Grande Rio, e a escolha dessa Escola de Samba se deu em função de uma história que começou em 2005. Eu estava na loja da Tok&Stok da Barra da Tijuca como diretor comercial do grupo, visitando a loja, e me deparei com umas pessoas realizando uma compra. Me aproximei, me apresentei. Era o diretor da Grande Rio, senhor Jayder Soares. Simpatizamos e fui convidado a desfilar no ano seguinte. Para um francês foi um momento absolutamente marcante para o resto da vida. Eu entendia que numa Escola a gente podia-se comprar a fantasia, mas não desfilar numa diretoria. Pra mim era algo fechado, só das pessoas da Escola. Receber uma roupa de diretoria da Escola foi uma honra enorme pra mim. Me senti muito feliz, agradecido. Foi uma experiência incrível! Eu participava de todos os ensaios da Escola, tanto em Caxias quanto na Lagoa (Rodrigo de Freitas) no Clube Monte Líbano. Nunca imaginei que chegaria um dia que eu pudesse ir até a Escola e dizer que queria um desfile com o tema sobre a França, trazer o Moulin Rouge, nunca passou pela minha cabeça. Foi a primeira vez que o nome de uma pessoa de fora da Escola foi anunciado na abertura do desfile. Meu nome foi falado pela Grande Rio no Carnaval de 2009, e notado por vários jornalistas que escreveram a respeito. Isso tudo me deixou absolutamente encantado. Aliás, nunca poderia imaginar também que a Aspásia Camargo me desse a honraria do título de cidadão honorário da cidade do Rio de Janeiro, numa cerimônia ocorrida no ano seguinte. Como também nunca imaginei virar cidadão duquecaxiense, em Duque de Caxias, onde esse título me foi entregue. O desfile gerou 20 milhões de euros de mídia espontânea na televisão, jornais, internet, revistas, as garotas do Moulin Rouge vindas de Paris parando a praia de Copacabana, e o baile do Moulin Rouge que eu também inventei no Sofitel Copacabana (que agora virou Fairmont) na sexta que antecedeu os desfiles das campeãs. 

9 – Foi a partir do evento gerado em 2009 que, no ano seguinte, nascia de vez seu camarote corporativo. Como você percebeu a força que havia por trás desse produto a ponto de apostar no negócio e deixar a Tok&Stok?

Naquele ano não consegui ser 100% Tok&Stok. Eram tantos eventos que demandou muita atenção, contratos. Ao voltar minhas atividades na loja, em 2010 me ligam as empresas pedindo camarote. Eles insistiram tanto que fui comprar um camarote no setor 07. Então, aloquei 200 pessoas por noite, umas 15 empresas naquele ano. Havia um operador que me vendeu o espaço montado, pronto. Então eu não precisei cuidar do espaço. E o chamamos de ‘Espaço França-Brasil’. Dentro do camarote eu pude conferir a força, tanto do evento, pois já sabemos que é o maior do mundo, mas a força do marketing de relacionamento, endomarketing. Percebi naquele momento que havia um nicho de mercado importante. Então, em 2011, resolvi operar um camarote, montando uma própria empresa para tal, no intuito de poder trabalhar junto às empresas a divulgação e ativação de marca, marketing de relacionamento e networking. O fato de você ter várias empresas juntas num único ambiente, em que elas podem ser apresentadas umas as outras, consequentemente isso gera negócios. Foi muito importante, está sendo há 10 anos. Naquele momento percebi nitidamente que o Carnaval no Rio é o único evento no mundo que tem oito horas de duração. Não existe outro. Todos os grandes eventos não há essa oportunidade de conversar num clima festivo. Na Copa do Mundo, você torce para o seu país, e o intervalo é de 15 minutos no camarote, ou seja, muito pouco. Roland Garros, você tem que estar em silêncio, e na hora em que você vai para o camarote, você fica pouco. Na Fórmula 1, tem o barulho dos carros, não dá muito para conversar e o tempo é curto. Já no Carnaval, começa às 21 horas e vai até 06 da manhã, um clima festivo. Acaba mantendo uma alegria a noite toda, clima dançante, a empolgação de uma bateria de Escola de Samba é única. Hoje temos uma fachada no próprio camarote monumental onde as empresas anunciam, fazem publicidade, merchandising, distribuição de amostras, e pra isso tudo há uma base importante de mailing, principalmente para as empresas ligadas ao luxo, que é o nosso posicionamento. Há uma feijoada um mês antes para anunciar o Carnaval. Já na sexta-feira de Carnaval há uma ação social chamada ‘Um sorriso vale mais do que mil palavras’, que beneficia mais de 350 jovens de 08 a 12 anos. Isso é muito importante para as empresas, são 06 ONGs do Rio de Janeiro beneficiadas, uma noite inesquecível para esses jovens, com acesso a um camarote de luxo com tudo incluso. No sábado temos a noite do endomarketing, um grande baile, festas, com os funcionários das empresas que foram premiados, melhor vendedor, melhor resultado. No domingo e segunda são as relações governamentais, acionistas, presidentes, CEOs internacionais, marketing de relacionamento e networking, regada a alta gastronomia e champanhe francês. Vendemos avulsos também para algumas pessoas físicas, mas as empresas representam mais de 70% do camarote.

EMBAIXADOR DA CONFRARIA LE SABRE D'OR, JAYDER SOARES e ALEXIS DE VAULX - Crédito Divulgação Incentivo Brasil

10 – A cada ano nascem coligações desse projeto, como o Baile de Máscaras que será lançado no próximo ano de 2021. Conta pra gente essa e outras novidades para o Carnaval.

Não sabemos ainda se teremos Carnaval, mas estamos planejando para que, na terça-feira, tenhamos o desfile mirim na Avenida, de dia, e vamos fazer um Baile à Fantasia para as famílias dessas crianças. Essa será a novidade. Na Quarta-feira de Cinzas terá a feijoada, lançada em 2015, e que foi um sucesso. Na quinta-feira haverá o Baile de Máscara dentro do camarote. E sábado, no desfile das campeãs, as grandes contas de clientes, relações governamentais, CEOs, presidentes. No domingo haverá as fantasias de luxo, que resgatamos em 2020 lembrando os desfiles do Clóvis Bornay, do Glória, do Copacabana Palace, do Teatro Municipal. Resgatamos para o Rio do Janeiro esse evento primoroso, glamoroso. E foi o Hotel Fairmont que nos abriu as portas dos salões nobres do hotel, onde recebemos mais de 500 pessoas este ano. Sucesso absoluto com oito fantasias de luxo desfilando, essas que estão nos carros alegóricos, mas que você só vê de longe, e agora com a oportunidade para ver dentro do salão, como era antigamente. É o talento desses figurinistas valorizado além da Sapucaí. Com apoio do Governo, do Ruan Lira, Secretário de Grandes Eventos, apoio da Riotur, da Liesa através de seu presidente Jorginho Castañeda que sempre nos apoia. Vale reforçar que toda a exposição do CNCS na França do Carnaval do Rio, é apoiada pela Riotur, pela Liesa e pelo Governo através da Secretaria de Grandes Eventos. Foram fundamentais no apoio, disponibilização de arquivos. Tem ainda as Escolas de Samba que nos emprestaram as fantasias. 

11 – O que representa a Cultura Popular Brasileira para você?

Eu sou um fã, apaixonado, admirador. Festas Juninas, o folclore brasileiro, o Galo da Madrugada, Parintins em plena Amazônia, o Garantido e o Caprichoso, as Escolas de Samba que se renovam todos os anos… Um dia brinquei assim “O Mickey e a Mini é o Mickey e a Mini. Agora o Carnaval, o Rio de Janeiro, as Escolas de Samba, todos os anos vem com personagens diferentes, carros diferentes, criatividade que não acaba nunca, tecnologias e técnicas novas, efeitos especiais.” É impressionante a criatividade, a beleza que muitas vezes está nas mãos de gente humilde, que não tem acesso a muitos estudos, mas que, no entanto, realizam coisas únicas no mundo. Incríveis! A cultura popular brasileira é fenomenal, riqueza, brilho, criatividade, e é uma indústria que faz milhares de famílias viverem. Fico triste em saber que as festas juninas estão canceladas, e tem tantas pessoas que vão sofrer, não só em não poder apresentar as suas artes, mas economicamente falando. Ou seja, vão passar por momentos difíceis. Essa receita que vem permite muitas famílias viver o ano inteiro. É muito triste esse ano que a gente tá vivendo com essa pandemia.

ALEXIS DE VAULX e MAURÍCIO MATTOS - Crédito Divulgação Incentivo Brasil
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