Xandy Novaski entrevista o cantor e compositor ViniH

VINIH -Crédito Arquivo Pessoal

Ele passa a própria verdade em suas composições. Com apenas 23 anos, o cantor e compositor VINIH encanta uma multidão de fãs com seus belos repertórios norteados com uma pegada mais ‘street’. Conheça a trajetória de vida e carreira de um jovem que veio pra ficar!

1 – Quero iniciar falando da sua nova canção de trabalho ‘Fechou’. Ela foi inspirada em um acontecimento real. Tem como revelar pra gente

HaHa! A galera costuma me perguntar sobre isso, mas acho que a música ‘Fechou’ se encaixa na vida de muita gente. Acho que quase todo mundo já colou num rolê, trombou uma pessoa que achou muito gata, e começou a trocar ideia até que eles fecharam. Comigo não foi diferente, em um desses rolês da vida já aconteceu comigo, e foi marcante. Recebi vários comentários e as pessoas estavam dizendo que a música foi feita pra elas, porque já tinham passado por aquilo. E eu fico feliz de compartilhar minha história com a galera.

VINIH NOS TEMPOS DE INFÂNCIA - Crédito Arquivo Pessoal

2) Por que a vida inspira tanto os artistas, principalmente cantores?

A arte, principalmente a música, sempre foi uma ferramenta muito poderosa pra contar histórias, e as pessoas se conectam muito porque já viveram aquela mesma situação, ou talvez querem viver aquilo. Quando um cantor usa as próprias experiências como inspiração, o trabalho fica muito mais autêntico, tem muito mais emoção envolvida, e consequentemente o resultado se torna muito melhor.

3) Por falar em inspiração, você fez sua primeira composição musical com apenas 10 anos. De onde surgiu esse estímulo, esse lampejo?

Na verdade, eu tive contato com a música muito cedo. Ganhei meu primeiro instrumento aos 02 anos de idade, e acredito que a composição foi um processo bem natural. Era uma música sobre viagem, bem simples mesmo. 

4) Uma experiência gratificante na sua carreira foi o tempo de estrada ao lado do tio Thiaguinho, sendo backing vocal do grupo. O que traz desse tempo para os dias de hoje?

Foi uma experiência muito marcante como músico porque pude desde cedo ter contato com o público. Foi onde comecei a me apresentar ao vivo, e acredito que ali foi o ponto de partida para eu começar a me aperfeiçoar como artista em geral. 

VINIH - Crédito Arquivo Pessoal

5) O pagode serviu de trampolim para o modelo que viria adotar na carreira. Qual é esse gênero e por que ele se tornou protagonista nessa sua bela trajetória artística?

Aí voltamos naquele ponto que conversamos anteriormente. Eu curto passar minha verdade nas músicas. Eu não costumo rotular meu som, mas essa pegada mais street (R&B, trap, hip-hop e até mesmo o pop) têm musicalmente mais a ver com a forma que eu me expresso diariamente. Eu cresci na Vila Suíça, um bairro bem simples de Santo André, e a linguagem do meu som é a realidade do lugar de onde vim, de como sou e quem sou.

6) As fãs querem saber: como é o ViniH no dia a dia? 

Eu sou um cara de boa, curto estar com meus amigos, aproveitar as coisas boas da vida. Quando estamos juntos é só zoeira, e acho que todo mundo curte rir de vez em quando. Sou um cara normal, como todo mundo, tenho meus altos e baixos. Sei de onde venho, onde estou e onde quero estar. Ah! Uma coisa que as pessoas que trabalham comigo sabem é que eu sou muito perfeccionista com meu trabalho. Quando estou em casa produzindo, mixando ou gravando repito o processo quantas vezes eu achar necessário até ficar como eu quero.

7) O ViniH tem, em uma rede social (Instagram), mais de 30 mil seguidores. É gente pra ‘dedéu’ acompanhando seu trabalho. Como administra o tempo para postagens e responder os inúmeros recados que recebe?

HaHa! 30 mil não é taaanta gente assim não pô, mas de qualquer forma o gerenciamento das redes sociais deve ser constante, afinal as pessoas que acompanham meu trabalho estão ali, e eu tenho muito carinho por todas elas. Por isso que eu faço questão de estar sempre presente na vida dos meus fãs, criando o melhor conteúdo possível com frequência. Eu curto bastante responder os recados também. Gosto de ver o que as pessoas têm a me dizer, e dar atenção especial a cada um, sempre que possível. É engraçado ver as pessoas falando “Nossa você me respondeu, achei que não ia conseguir contato com você!” A galera tá sempre ali curtindo e compartilhando, acompanhando e merecem todo o carinho.

VINIH - Crédito Arquivo Pessoal

8) A rede social é um bom passatempo para essa época de distanciamento social devido a covid-19. Como o ViniH está se virando nessa quarentena?

Acho que ninguém esperava essa situação, e isso acabou atingindo todos nós.  Estou aproveitando esse espaço de tempo pra compor e produzir. Já fiz 06 músicas só no período da quarentena, e a gente não para. Praticamente todo dia produzindo pra sair dessa quarentena com um novo show autoral já montado. Nós como artistas não queremos esse distanciamento social dos fãs, então as redes sociais são a melhor opção pra manter o contato. Nessa quarentena eu fiz uma live na Rádio Exclusiva FM em São Paulo pra lançar a música “Fechou”, e é muito gratificante ver que o público estava curtindo tudo aquilo que preparei pra eles. Nesses momentos podemos ficar mais próximos.

9) Você é novo, tem apenas 23 anos. Quais são seus sonhos como artista?

A maioria não são sonhos, mas sim objetivos. Eu quero ter uma música minha no top 10 do Spotify, fazer meu som e minha mensagem chegarem ao Brasil inteiro, dar uma estrutura de show maior para meus fãs. São muitos objetivos, haha. Ah! Eu tenho um sonho que nunca contei pra ninguém, e vocês serão os primeiros a saberem… Eu sonho em um dia ter a participação de um dos artistas que curto como L7nnon, Gaab, Vitão, Delacruz, Junior Lord, Kevinho, ou Anitta em uma das minhas músicas. São referências artísticas pra mim e seria uma realização cantar ao lado de um deles.

VINIH - Crédito Arquivo Pessoal
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