Transamerica Resort Comandatuba se adapta para aumentar ocupação no verão

Considerado um dos mais ousados projetos de resort no Brasil, o Transamérica Resort Comandatuba está localizado em uma imensa área verde de 8 milhões de m². Construído em uma ilha de matas virgens em meados da década de 1980, no município de Una, o resort nasceu com a proposta de aliar requinte e conforto em uma região de mar límpido, areia clara, manguezais e coqueirais, com o desafio de manter intocável tudo o que a natureza levou milhões de anos para gerar. O hóspede conta com uma diversidade de opções gastronômicas que vai da culinária brasileira à internacional em refeições que propõem uma volta ao mundo por meio dos sabores. Oferece mais de 80 opções diversificadas de esportes e lazer ou, se assim preferir, sombra, água fresca e um horizonte de coqueiros.

Máscaras, luvas, álcool em gel, distanciamento social e funcionários atentos para chamar a atenção de possíveis deslizes dos hóspedes. Esta é a nova realidade dos hotéis, que tiveram que se adaptar aos protocolos sanitários contra a Covid-19 para retomarem as atividades durante a pandemia. Com o início do verão, dia 21, e a expectativa de aumento do número de visitantes, o reforço na segurança nos estabelecimentos se torna cada vez mais necessário.

Apesar da estimativa da ABIH, alguns estabelecimentos já registram boa ocupação neste início de verão. É o caso do Transamerica Resort Comandatuba. Com ocupação de 75% no fim de semana dos dias 12 e 13 de dezembro e estimativa de alcançar os 80% a partir de janeiro, o resort modificou a rotina desde a reabertura, no dia 25 de julho.

O diretor Rodrigo Galvão explica que as principais mudanças envolvem os pontos de atendimento, incluindo as áreas de alimentação, com a adoção de dispensers de álcool em gel e divisórias de acrílico entre funcionários e hóspedes, além da obrigatoriedade do uso de máscaras e luvas na hora de se servir. A adaptação é essencial para o novo plano de distribuição e vendas do resort, que busca atingir o público local.

“Tradicionalmente, o Transamerica era conhecido por ser o refúgio de clientes principalmente de São Paulo e do Sudeste. Mas o Brasil é enorme. Além do público nacional, o regional também é muito bem-vindo. Estamos reduzindo o número mínimo de noites, para que as pessoas possam vir conhecer, e valorizando a cultura da terra. Com isso, a gente atrai novos públicos, democratizando o acesso ao resort, sem perder o padrão”, destaca.

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