Kênia Esteves entrevista a fisioterapeuta Elizabeth Simon Rocha

Elizabeth Simon Rocha

Olá amigos! Com o novo comportamento social que a Pandemia imprimiu em nosso cotidiano, alguns problemas ficaram mais notórios em nossas VIDAS. Portanto,  nesse e nos próximos domingos , convidei para minha coluna aqui na REVISTA do VILLA , três profissionais que estão sendo fundamentais no bem estar físico e mental de quem tem a grata possibilidade de ser atendida por elas. Nesse primeiro momento, apresento à vocês a fisioterapeuta Dra. Elizabeth Simon Rocha; paulista de Penápolis que trouxe a técnica de THETAHEALING, BARRA ACCESS e MICROFISIOTERAPIA , há 22 anos para Porto Seguro. Que seja bem vinda!

1 – Dra. Elizabeth, você veio para Porto Seguro há 22 anos. Qual foi a sua real motivação para sair do interior de São Paulo e vir para Porto Seguro, que nessa época ainda estava em “construção”?

Escolhi sair de uma cidade do interior de São Paulo e vir para Porto Seguro por ser uma cidade calma, com vida simples, pessoas alegres, com muita qualidade de vida e, na época, com grande mercado de trabalho.  

2 – Com a chegada da Pandemia, todos nós sofremos as restrições de atividades físicas que faziam parte do nosso dia a dia. Sob orientação ou não, foi preciso mudar nossos hábitos e costumes. Qual a sua visão sobre esse novo formato de vida?

No início todos sofremos muito por medo do desconhecido. As pessoas foram se adaptando dentro dos seus contextos socioeconômicos para realizar suas atividades físicas. Aulas online, caminhadas ao ar livre e em ambientes abertos são opções válidas para não deixar de praticar atividades físicas neste período. Porém, grande parte da população acabou cedendo ao sedentarismo. Isso é preocupante, pois diminui a nossa imunidade, aumentando os riscos de doenças físicas e emocionais. 

3 – E o que você me diz sobre as atividades físicas que estão sendo desenvolvidas em casa de forma aleatória? 

Como fisioterapeuta, sempre oriento meus pacientes a ter cautela e procurar por profissionais que estejam fazendo um trabalho individual. Práticas de exercícios sem experiência ou copiados de fontes sem segurança da internet podem ocasionar lesões e problemas de coluna.

Incentivo a prática de caminhadas e alongamento em ambientes abertos nas proximidades da sua casa ou até mesmo na praia. O importante é se mexer. Essas práticas mais genéricas quando feitas com moderação dificilmente trarão problemas físicos, impactando apenas de forma positiva. 

4 – Você trouxe para nossa região técnicas super avançadas, como a microfisioterapia, barras de access e thetahealing. Conte-nos a respeito.

Todas essas técnicas tem o intuito de auxiliar na auto cura do paciente, trabalhando as memórias cicatriciais e as crenças limitantes que muitas vezes não permitem nos desenvolvermos ao longo da vida. 

5 – Essas técnicas podem ser aplicadas em quais casos?

Essas técnicas podem ser aplicadas para qualquer sintoma, sejam eles físicos, emocionais, orgânicos ou crenças limitantes. Todas as pessoas podem fazer, independente da idade. São técnicas de autocura em que a vontade do paciente é primordial.

6 – Quais as outras técnicas que você indica, em especial na recuperação dos casos de COVID-19? 

Sem dúvida, a fisioterapia respiratória é a mais utilizada e que traz mais resultados na reabilitação dos acometidos e recuperados da COVID-19. Hoje, temos uma novidade na fisioterapia integrativa, que é o uso do LED através da técnica de fotobiomodulação. Neste contexto esse método garante o aumento de oxigênio mitocondrial nos pulmões beneficiando seu funcionamento e sua recuperação. 

7 – Aonde você desenvolve seus atendimentos atualmente?

Atendo na clínica Porto Center Saúde, compartilho mais sobre as técnicas e estou disponível para contato no Instagram @bethfisioterapeuta. 

8 – Qual a dica “up to date” que você deixa para os leitores da Revista do Villa terem ainda mais bem estar?

Uma dica da fisioterapia integrativa é comer menos açúcar e farinha de trigo, pois esses alimentos são inflamatórios e trazem dores musculares e articulares. 

9 – Como você define a qualidade de vida que o Extremo Sul da Bahia propõe?

Em termos de saúde a qualidade não é equiparada a grandes centros urbanos do Brasil, porém a infraestrutura atual garante o suporte à população dentro da média esperada pelo brasileiro. 

Em termos de economia no último ano a região acabou sendo severamente impactada porque é extremamente dependente do turismo, setor que acabou tendo rendimentos bem baixos por conta da pandemia.

Tratando-se do estilo de vida, a região do extremo sul da Bahia proporciona uma série de recursos naturais belíssimos e singulares. Aliado a realidade de ser uma região pouco populosa, implica diretamente em uma vida mais tranquila e pacata de grande parte da população. 

10 – E para fechar nossa entrevista em grande estilo, qual o seu wellness lifestyle?

Eu procuro levar a vida da maneira mais simples possível. Trabalho com o que amo. Mantenho meus pensamentos sempre positivos através de meditações, orações e alimentação saudável. Isso faz com que a minha saúde física e mental estejam sempre bem e eu possa ajudar da melhor maneira possível quem está próximo de mim.  

Publicação Anterior

Milena Wydra: ‘Você sabe o que é contrato de adesão?’

Próxima Publicação

Pombais: verdadeiro marco paisagístico de Riba-Côa a Trás-os-Montes

1.193 Comentários