Claudia Pamplona apresenta a continuação da série Comunicação Virtual, Quando, Onde, Como e por que usar?

Na coluna de hoje Claudia Pamplona dá continuidade a série Comunicação Virtual, Quando,  Onde, Como e por que usar? 

Para esclarecer e colaborar com este inevitável conhecimento nos tempos atuais, que tem provocado sentimentos diversos na sociedade, convidamos a Dra. Elisa Maçãs, mestre e doutora em Educação, expertise em comunicação virtual, para nos ajudar a entender este momento.

 O objetivo é levar aos nossos leitores  informações de como obter mais conforto e confiança para lidar com esta nova realidade da comunicação no mundo corporativo em geral e empresas do setor de educação. 

Elisa Maçãs é diretora da EMATEC Brasil, empresa cuja finalidade é prestar serviços de consultoria e assessoria à profissionais da educação e do Laboratórios Virtual EAD+ que vem expandindo com novas experiências no treinando e capacitação de  profissionais para  melhor atuarem junto a nova versão de comunicação no mundo corporativo e especificamente educacional. 

C.P.- Sabemos que as pessoas não estavam preparadas para trabalhar com a comunicação a distância e seus recursos, como este impacto pode ser reduzido ou administrado ?

E.M. – Elisa diz que diante da dificuldade podem acontecer 3 possibilidades. A primeira é a pessoa desistir; a segunda , quando estão obrigadas pelas circunstâncias a continuar podem conseguir ou não mas sem orientação é muito mais difícil. A terceira possibilidade,  é  buscar a solução  com pessoas capacitadas, podendo desconstruir o “monstro” através do conhecimento e instrução.

C.P.  Por que a EAD é tão criticada pelo mercado de uma maneira geral?

E.M.  –A EAD, aqui no Brasil, tem histórico desde os anos 30 do século passado. Mais adiante, algumas escolas técnicas, empresas começaram a perceber que a EAD era uma forma de atingir muitas pessoas ao mesmo tempo e isso trazia muito lucro.

Assim, essas instituições  começaram a distanciar-se da qualidade. A EAD demanda investimento para confecção de material, formatação de aulas por professores capacitados, contratação de profissionais para acompanhar os alunos, enfim técnica e custos. Se não tivermos atenção e cuidado, o mesmo pode acontecer , nos tempos atuais. Nessas instituições a EAD e o ensino remoto vão trazer dinheiro para as escolas mas vão formar  profissionais com defasagens. 

C.P. – Como as empresas que estão em home-office e aula virtual podem melhorar a sua produção?

E.M. – As empresas precisam se preparar para fazer a gestão em home-office e a equipe também deve ser treinada. O preparo traz conforto e segurança para os gestores e sua equipe. “Eu tenho percebido que as empresas acabam colocando os funcionários em excesso de trabalho e isto é inadequado”; solicitar o funcionário, por exemplo, fora do horário pode ser algo que atrapalhe ou tenha outras consequências. Assim sendo, tais procedimentos  me remetem a pensar que algumas empresas podem não estar preparadas para o trabalho em home office, para a comunicação virtual.

C.P. – Que vantagens a comunicação virtual pode trazer para a qualidade e produtividade para as empresas e escolas?

E.M. As vantagens são muitas: a comunicação virtual vence as barreiras geográficas, pode-se ter uma sala de aula com alunos que estão em lugares diferentes. A empresa pode ter uma equipe de suporte respondendo a demanda de dúvidas,  se for escola o aluno pode finalizar um trabalho rapidamente. Com relação às reuniões em home-office economiza transporte, hospedagem e alimentação pois não há a necessidade de deslocamento de pessoas. Para educação podemos ter a presença de profissionais que estão no exterior. A qualidade vem com a forma com que estas aulas ou reuniões acontecem. Portanto, não se trata simplesmente de converter um evento presencial em um evento virtual . Há que  ter um tratamento.

C.P – 5 – Qual o primeiro passo para quem deseja utilizar a comunicação a distância, seja no mundo corporativo ou na educação?

E.M  O primeiro  passo é buscar a informação adequada, nos lugares apropriados e com as pessoas certas. Existem profissionais especializados, pesquisadores e livros para as pessoas estudarem e explorarem a técnica e as diversas possibilidades.  É preciso avaliar os objetivos de cada projeto e ter foco na implementação de projetos.

Na próxima e última coluna desta série, estaremos estendendo novas informações e respondendo perguntas que poderão ser enviadas por você, leitor da revista do Villa,  através dos comentários na própria coluna. 

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