O Convidado de Chico Vartulli é O designer de interiores Erick Figueira de Mello

Erick vivenciou a arquitetura e decoração desde que nasceu. Seus pais eram muito amigos e clientes de Claudio Bernardes, sua grande referência na área.
Os ambientes onde Erick morou sempre tiveram a assinatura de Claudio e de alguma forma, impregnaram a maneira de pensar o espaço, a proporções, a cor e a harmonia dos ambientes.

Erick Figueira de Mello

Com 17 anos, Erick ingressou na Universidade Santa Úrsula no curso de arquitetura, mas não conclui, pois, o trabalho o chamou mais cedo.
Ao longo do período da faculdade estagiou com Cadas, Fernanda Pessoa de Queiroz e Claudio Bernardes e com 22 anos, abriu seu escritório de interiores. Neste momento, ainda muito jovem, fez vários projetos no Rio de Janeiro, Angra dos Reis e na serra.

Projeto Casa de Pedra - Quinta da Baronesa SP

Seus projetos vinham sempre recheados de muita arte e design. Era notado a valorização pelo mobiliário brasileiro, sejam eles de design contemporâneos ou os consagrados da década de 60. A mistura harmônica e dita como charmosa que Erick fazia ficou reconhecida e com o tempo, o número de projetos cresceu e fez com que o escritório precisasse acompanhar este crescimento.
Com a alta demanda, também pela arquitetura, ingressaram no escritório vários arquitetos parceiros, entre eles Silvana Carvalho, com Erick trabalhou no escritório do Claudio. Neste momento, o escritório tem a sua maior expansão, abrindo uma filial em São Paulo, onde estão hoje a metade dos seus projetos. nos condomínios Quinta da Baroneza, Fazenda Boa Vista, Fazenda da Grama e  Haras Larissa.
Durante a pandemia, por já ter uma equipe coesa, manteve o ritmo de trabalho, elaborando novos projetos e a busca pela individualidade, conforto e espaço impulsionados pela necessidade de isolamento demandados por este período que vivemos.

Living na Fazenda Boa Vista SP.

Na  opinião de Erick, para todos que estão iniciando no mundo da arquitetura e de interiores , é que estejam atentos a tudo relacionado a arte e afins . Treinar o olhar para absorver o máximo de informações, sejam elas históricas ou contemporâneas e sem nunca deixar de analisar a natureza que é a maior fonte de inspiração para todos os artistas .
  A arquitetura brasileira começa com as Ocas indígenas, tão atuais e tão sustentáveis , que os próprios índios não mudaram nada nos últimos 500 anos, já a arquitetura feita pelo homem branco, passa pelo estilo colonial , neoclássico, modernista até chegar ao que temos hoje que é uma arquitetura bastante globalizada , tendo influências mundiais ,comenta Figueira de Mello.
  A globalização de uma certa forma , faz com que as culturas se misturem e que os povos percam as suas características típicas . Isto se retrata diretamente na arquitetura das cidades .
  Temos um caminho pela frente de fortalecimento da nossa cultura que é tão rica e genuína, finaliza o talentoso Erick Figueira de Mello.

 
Compartilhe nas redes sociais
Publicação Anterior

Sítio Roberto Burle Marx pode se tornar Patrimônio Mundial da Unesco

Próxima Publicação

Com mais aeronaves, ITA chega a Floripa, Maceió, Natal, Recife e Fortaleza

148 Comentários

Deixe um comentário.

O seu endereço de e-mail não será publicado.