XANDY NOVASKI ENTREVISTA O JOVEM EMPRESÁRIO LUKAS CAMPOS

LUKAS CAMPOS – Crédito Arquivo Pessoal

LUKAS CAMPOS - Crédito Arquivo Pessoal

Superação é uma palavra que segue grifada na vida de LUKAS CAMPOS. Empresário de sucesso no ramo de eventos, ele agora se prepara para novos voos no mundo do Turismo. Com apenas 24 anos, o jovem que já jogou futebol no Botafogo, hoje é um dos nomes mais badalados na área que envolve os festivais de música, dentre tantos espetáculos que chacoalham a cidade do Rio de Janeiro. Confira mais uma entrevista onde a persistência e o foco no resultado abrem caminho certeiro para o sucesso!

LUKAS CAMPOS - Crédito Arquivo Pessoal

1)      Você iniciou no ramo de eventos aos 14 anos de idade. Ao que se deve esse talento para empreender desde tão cedo?

Chega a ser engraçado. E muitas pessoas duvidam, tirando aquelas que são da minha cidade Pubas que foram ao evento, onde assumi um evento de 30 mil reais, sem um real no bolso. Foi até hoje minha maior e melhor experiência, o começo pra chegar onde estou hoje.

 

2)      Muitas são as pessoas que dizem só conseguir produzir algo tendo dinheiro no bolso. Esse primeiro evento você realizou sem um real no bolso. Conta pra gente: Qual foi o resultado desse projeto e o que ele respinga na sua vida nos dias de hoje?

Eu discordo, e consigo provar isso. Duas coisas pra você chegar ao sucesso é amar aquilo que se faz e executar com êxito. Quando não se ganha na experiência se ganha no esforço. Hoje, mudou a minha vida. Sai de uma cidade pequena, sem muitas oportunidades, pra viver um sonho na Barra da Tijuca.

 

3)      Em determinado momento de sua trajetória profissional, você optou pelo futebol. Inclusive foi o esporte que o tornou conhecido para continuar suas ações no ramo de eventos. Além da notoriedade, o que mais o futebol deixou como herança pra você enquanto empresário?

Aos 14 anos eu jogava no Botafogo, foi onde também chamava muito atenção, por ser um jogador de futebol. Isso também me ajudou muito a conhecer pessoas e ser muito visado quando fiz meu primeiro evento.

 

4)      Uma mão amiga foi estendida em determinado momento de sua vida. Ela veio do saudoso Agnaldo Timóteo. O que tem a dizer nas próximas linhas sobre ele?

Agnaldo foi mais que um amigo, um paizão, me apresentou pessoas incríveis, além de ter trabalhado com ele, onde realmente conheci o que é a música, e também das pessoas que conheci através dele, que até hoje me atendem, pessoas de rádios, programa de TV.

 

5)      Hoje você tem apenas 24 anos e, vamos dizer assim, é um Midas, ou seja, tudo que toca vira ouro. E o mundo do turismo é seu mais novo negócio. Essa mão de Midas é sorte, trabalho duro, ou o quê mais?

Posso lhe dizer que são noites e noites perdidas, tantos nos eventos de jovens, tantos nos eventos de maior idade, público de 30 até 80 anos. Errei muito, por que queria atropelar o tempo, mas hoje uso de muitas estratégias, que em breve abrirei um curso sobre.

 

6)      É óbvio que, quem lê sua escalada profissional, pode achar que tudo veio de forma fácil e tranquila. Você é um exemplo de muitas superações. O foco no que se quer, principalmente no resultado, foi um grande aliado nessas suas conquistas?

Eu moro no Rio desde os 12 anos, sem minha família. Quando vim para jogar futebol, foram noites que posso dizer, dos 12 aos 14 anos, muitas delas depressivas, com saudades e dificuldades. Porém, isso foi um dos motivos para toda a superação. O principal sempre foi lembrar a despedida da minha mãe, onde ela me deu os últimos 50 reais que tinha para passar o mês para eu poder viajar.

 

7)      Com a pandemia, praticamente tudo parou. Como ficou o setor de eventos e como você deu a volta por cima nesse tempo terrível?

Fiquei um tempo pensando no que fazer, porque muitas pessoas acham que evento não é trabalho. Porém, aquelas mesmas pessoas vão curtir os eventos (risos). Mas fiz lives, e foi mais um momento de superação, eventos por vídeos, onde arrecadava o que cada um doava. Por já ter um público grande, tive grandes resultados nas lives.

 

8)      Em sua opinião, o que seria ‘vencer na vida’?

Eu não digo ainda que venci. Estou quase lá. O‘vencer na vida’ não é só ter dinheiro. É ter orgulho de si próprio e dar orgulho pra sua família. Estou vivendo meu grande momento e muito feliz por isso, lembrando sempre que todo esse sucesso é de todo o público que sempre me abraça com muito carinho. Nada seria sem eles.

 

9)      O que tem a dizer aos jovens de hoje que tentam empreender, mas que, por algum motivo, desistem de seus sonhos?

Nunca desistir. Esse é o primeiro passo. E faça com amor e dedicação que o sucesso é certo.

LUKAS CAMPOS - Crédito Arquivo Pessoal
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