Leitura do espetáculo "JUDY - O ARCO-ÍRIS É AQUI" - escrita por FLAVIO MARINHO e estrelada por LUCIANA BRAGA - Fotos Cristina Granato

Foto acima: Marcos Breda, Luciana Braga, Flavio Marinho e Liliane Secco – NOV 2021 – CG


Local: TEATRO PRUDENTIAL – GLÓRIA – RIO DE JANEIRO

Segunda (29/11/2021), foi feita a leitura da peça-musical “JUDY: O ARCO – ÍRIS É AQUI” escrita por FLAVIO MARINHO especialmente para sua amiga LUCIANA BRAGA. O espetáculo é emocionante e LUCIANA BRAGA canta prá carambaaaaaaaaaaaaa ❤. Foi um show !!!! A peça tenta arrumar patrocínio para estrear ano que vem no CENTENÁRIO de JUDY GARLAND. A LEITURA FOI APLAUDIDA DE PÉ. TODOS SÁIRAM emocionados e felizes. Teatro PRUDENTIAL .

SINOPSE DE “JUDY: O ARCO-ÍRIS É AQUI”:
UM NOVO ÂNGULO

Uma das maiores demonstrações de inteligência que o ser humano é capaz de produzir está na capacidade de rir de si mesmo.
Curiosamente, o humor, este traço marcante (e bastante desconhecido) na personalidade de Judy Garland – um dos nomes mais icônicos da indústria do entretenimento internacional – tem sido ofuscado pelo relato das tragédias de sua vida pessoal paralelamente ao sucesso de seus inúmeros filmes, cds, shows. Uma visão sumarizada pelo título em português de seu último filme: “Na Glória, a Amargura”.

Abrindo, 12 meses antes, as comemorações do centenário de seu nascimento, em 2022, “Judy: O Arco-íris É Aqui” procura mostrar a notável capacidade do ser humano em se reinventar e descobrir, como Judy, que o “Arco-Íris É Aqui”. Em cada um de nós. Para uma estrela de cinema ganhar o Oscar é, claro, o momento máximo de glória, poder, celebridade. E se, como aconteceu na cerimônia de 1954, você fosse considerada a favorita disparada, a derrota, certamente, seria fatal. Pois foi o que aconteceu, de uma forma totalmente não convencional com Judy Garland – um limão, extremamente amargo, que nossa homenageada transforma, no palco, em uma deliciosa caipivodka. Ou quando sua anunciada volta ao cinema, depois de quatro anos, em 1967, em “O Vale das Bonecas” termina numa demissão após somente dois dias de filmagem. Qual a graça disso? O sucesso estrondoso de seu show no Palace. Com o figurino que levou de lembrança do filme que não fez. Coisas que nosso “Judy”, um solo musical, irá mostrar.

Assim como estará no palco uma Judy Garland raramente vista, para revisitá-la, trazemos, também, uma das mais talentosas atrizes brasileiras, Luciana Braga, estrelando um musical. Longe de tentar mimetizar os jeitos e trejeitos da Judy, atriz e cantora, o espetáculo assume um tom de ambiguidade em que a própria trajetória de Luciana – desde criança perseguida por ser “parecida com Judy Garland” – estará em cena a ponto de levar o espectador a se interrogar quem está no palco: Luciana, falando de Judy, Luciana “incorporando” Judy ou… Luciana falando de… Luciana – que também se reinventa como Judy.

A proposta é surpreender o público, deixá-lo na ponta da cadeira, tentando adivinhar o que virá a seguir – na medida em que não se trata de uma narrativa cronológica, linear. Mas, ao mesmo tempo, trata-se também de um monólogo musical brasileiro – ou melhor, um espetáculo solo – em que Luciana não se furtará a entoar os maiores clássicos de Judy. Para nosso deleite. Divirtam-se. FLAVIO MARINHO

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