Jeycow Ferraz: Como ser grato a 2021?

Jeycow Ferraz: Como ser grato a 2021?

O mundo gira, mas também o mundo pára, e nos ensina que não há cotidiano, não há rotina, que não tenha seu “Breack”, quando o Dono do Universo decide realinhar as órbitas humanas.

Estamos saindo de mais um ano completamente atípico?

Sim, estamos.

Porém o mais incrível de 2021 é que com ele, aprendemos a interpretar as minúcias que existem nas entrelinhas de um senhor chamado: Tempo.

A bússola da vida não parou um instante sequer. Ainda quando fomos atingidos por perdas, e tendo que aprender a lidar com danos involuntários ao nosso querer, o tempo não parou.

Fomos nós que paramos…

Houve quem parasse debruçado sobre a janela de um humilde casebre, num interior bucólico. Houve quem parasse debruçado na sua suntuosa janela de frente pro mar, ou girasse em torno de si mesmo, no alto de seu Rooftop sem saber, diante da imensidão do horizonte, o que seria do dia seguinte.

Todos paramos!

Paramos para poder seguir.

Paramos para evoluir.

Mas será mesmo que a evolução ansiada pela atmosfera universal alcançou todos os corações, atingiu todas as almas?!

Em 2021 tivemos de tudo um pouco:

Teve a ascensão no mercado do Colunismo Social, de um menino do interior do nordeste, desafiado pelos limites dos seus próprios sonhos, e desacreditado por muitos que enxergavam o seu potencial mas, não o que queriam ver avançar. Porém ele avançou, segurou as oportunidades sonhadas e correu pra abraçar o mundo, sem pressa alguma, aos poucos, no fluxo de ir conquistando um lugar ao sol pra chamar de seu. Olha eu aqui… No meio de um caos mundial, assim como acontece com a Flor de Lótus, da lama me transformei, me refiz, floresci.

“Nunca deixe que digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem.” (Renato Russo)

É sobre enxergar possibilidades e fazer dos espinhos no caminho “molas de impulsão” para ir além.

Teve lugares que jamais imaginávamos fecharem suas portas. Teve lugares improváveis que abriram suas portas.

Teve gente rica, de patamar elevado, de contas bancárias astronômicas entendendo na pele, que seu dinheiro, suas cifras, não compraram a vida.

Teve gente pobre, humilde, entendendo que sua maior riqueza é a paz de um lar tranquilo, muitas vezes sem luxo material, mas com sentimentos que às vezes faltam nós maiores palácios.

“Eu ainda estou de pé, e melhor do que nunca. Parecendo um verdadeiro sobrevivente.” (Elton John)

Teve sobretudo o entendimento da necessidade de um exercício diário chamado: Gratidão.

Gratidão pela vida.

Gratidão por estarmos vivos, e recebermos a oportunidade de continuar escrevendo a nossa história.

Gratidão pelos ensinamentos, infelizmente trazidos na dor, mas que muito ou pouco todos nós trazemos essas lições conosco.

Gratidão por Gratidão, porque ser grato é dar valor a cada minúcia de tempo que Deus nos reentregou.

“Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.” (Cazuza)

A Ampulheta da vida não pára.

A “areia” dos segundos, horas e dias segue o seu percurso à caminho de 2022.

E o que lá nos espera?!

Não sabemos.

Prontos?! Nunca estamos. Nunca estaremos. Somos seres inacabados em constante construção, mas podemos agora, ou no encontro dos ponteiros à meia-noite do dia 31, fazer TUDO NOVO, DE NOVO.

“O show deve continuar. Eu irei enfrentar tudo com um sorriso. Eu nunca irei desistir. Avante com o show.” (Freddie Mercury)

Feliz Novo Ciclo!

Feliz 2022!

Créditos: Internet

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